Atualmente, as organizações não enfrentam apenas crises isoladas. Elas operam em uma “policrise” permanente. Nesse cenário, o contexto e as percepções mudam em uma velocidade surpreendente. Por isso, tomar decisões baseadas em suposições é um risco que nenhuma empresa pode correr.
A Caliber acaba de lançar o estudo global Stakeholder Intelligence, com entrevistas realizadas em 37 países. Este relatório revela como a inteligência constante sobre o sentimento dos públicos é vital. Afinal, sem evidências concretas, a estratégia de marca fica à deriva.
A importância estratégica da Stakeholder Intelligence
Compreendemos o conceito como o monitoramento contínuo e a análise de dados das percepções dos públicos de interesse. Isso inclui clientes, investidores, colaboradores e comunidades. O objetivo é orientar decisões de negócio com maior precisão e segurança.
A disciplina de Stakeholder Intelligence apoia diretamente o C-level. Ao conectar estratégia e performance, ela permite uma gestão proativa. Incontestavelmente, ao compreender melhor seus públicos, as empresas fortalecem a confiança e melhoram seus resultados operacionais.
Como uma consultoria global, ajudamos organizações a entender seus públicos por meio do monitoramento de reputação em tempo real. Transformamos sinais sociais e tendências econômicas em insights acionáveis. Dessa forma, a liderança pode agir com base na realidade do mercado, não em palpites.
Principais achados: O contexto moldando a reputação institucional corporativa
O estudo demonstra que o contexto global dita as regras hoje. A incerteza econômica e a Inteligência Artificial são preocupações centrais. No Brasil, o sentimento financeiro é negativo, o que gera maior escrutínio sobre as empresas.
Primordialmente, o estudo destaca que:
- A reputação nasce do contexto socioeconômico e da empatia.
- O indicador Trust & Like Score (TLS) explica o comportamento real de apoio ou defesa.
- Empresas com TLS alto (acima de 70 pontos) possuem mais de 40% de defensores ativos.
Além disso, descobrimos que os drivers de confiança mudaram. Atributos de marca como relevância, inspiração e autenticidade pesam mais do que a performance técnica ou critérios ESG isolados. Em outras palavras, a conexão humana é o que sustenta a confiança a longo prazo.
Mitigação de riscos reputacionais e a familiaridade de marca
Um ponto crucial do estudo é a diferença entre conhecimento e familiaridade. O estudo demonstra que ser conhecido não basta; é preciso ser compreendido pela sociedade e pelos públicos de interesse. Existe uma correlação direta: quanto mais as pessoas entendem a empresa, maior é o alcance do seu propósito e como consequência, aumenta-se também a confiança nela.
Portanto, a mitigação de riscos reputacionais passa pela redução desse gap de familiaridade. Setores que investem em transparência e inovação, como o farmacêutico, ganharam pontos. Por outro lado, setores muito expostos, como as Big Techs, viram a visibilidade aumentar a cobrança por accountability.
Em suma, a gestão da reputação deixou de ser uma função defensiva. Ela agora é um sistema contínuo de leitura social e alinhamento estratégico. Empresas não competem apenas por market share, mas por significado.
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O estudo completo traz recortes detalhados sobre canais de contato e a guerra por talentos. Aproveite a oportunidade e baixe o estudo Stakeholder Intelligence na íntegra agora mesmo!





